APRESENTA:

QUANDO AS MÁQUINAS PARAM” de Plínio Marcos

Fins da década de 50, meados de 60...
50 anos em 5, dizia o slogan triunfalista de Juscelino Kubistchek;
A seleção brasileira de futebol era a atual campeã do mundo;
A industria automobilística dava seguros passos na implantação no país;
A bossa-nova empolgava Ipanema e os bem nascidos do Brasil e exterior;
O charmoso Kennedy empolgava o mundo, enquanto invadia o Vietnam, e por aí afora.
Parece replay?
Lá nos bairros de periferia tudo isso só chegava pela mídia da época que, como hoje, exaltava em “prosa e verso” o GRANDE DESENVOLVIMENTO BRASILEIRO!!!

Televisão, rádio, jornais, revistas etc. despejavam em “dose cavalar” todo esse “desenvolvimento da pátria”...

... lá nos bairros de periferia todo esse progresso do “povo brasileiro” era visto(?) de longe pela maioria do povo brasileiro.
... os Zés e as Ninas do Brasil andavam às voltas com um outro progresso permanente: o desemprego.

Esse é o tema central da peça de Plínio Marcos “QUANDO AS MÁQUINAS PARAM”, que conta a impossibilidade dessa maioria de brasileiros de ter seus bens de consumo, casa, emprego, filho... enfim, ter uma vida!

Como hoje, o PROGRESSO BRASILEIRO era contado e vivido por uns 10 a 15% da população.
... mas a crise, como hoje, é democrática e atinge mais violentamente sem distinção de raça, credo e cor todos os outros 85 a 90% dos brasileiros.

Daí a importância em remontar esse texto do Plínio... atualmente!!!

Ao ser perguntado o porquê da atualidade de suas peças, Plínio respondeu: “ minhas peças são atuais porque o país não evoluiu...”, ao que nós do GRUPO CALANGO DE TEATRO reforçamos: “não são as peças do Plínio que são atuais... a REALIDADE é que não mudou”

ESPAÇO CULTURAL TOCA DO CALANGO:

RUA FREDERICO ABRANCHES, 118 – METRO SANTA CECÍLIA

Sábados às 21 horas
Domingos às 19 horas

INFORMAÇÕES:
11 – 7533.2144 / 9292.2028

ELENCO:
Casturina Lima e Luiz Fernando Resende

DIREÇÃO/ ILUMINAÇÃO/ CENÁRIO:
Luiz Fernando Resende

ASSISTENTE DE DIREÇÃO:
Casturina Lima

PRODUÇÃO/ OPERAÇÃO DE LUZ E SOM:
Eduardo Amaral


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