Participe.
CINECLUBE LUNETIM MÁGICO
CONVIDAM PARA A SESSÃO DE FILMES INDEPENDENTES
Sábado, 26 de Março 19:00 horas
(EM FRENTE AO BAR IBOTIRAMA)
Bate papo + Música
lunetim@hotmail.com
11 – 3214.3906 / 7038.6836 / 6181-2405 / 8283-8220
Apoio: Centro Cineclubista de São Paulo
PROGRAMAÇÃO CINECLUBE LUNETIM MÁGICO
Participe.
CINECLUBE LUNETIM MÁGICO / INSANE MIND Films & EXOTIQUE Filmes
CONVIDAM PARA A SESSÃO DE FILMES INDEPENDENTES
Sábado, 26 de Fevereiro 19:00 horas
(EM FRENTE AO BAR IBOTIRAMA)
Bate papo + Música
lunetim@hotmail.com
11 – 3214.3906 / 7038.6836 / 6181-2405
Apoio: Centro Cineclubista de São Paulo
Sumário Executivo: Veículo para difusão e premiação da produção audiovisual de ficção e documental no formato de curta metragem. Exibir trabalhos de cineastas nacionais pouco divulgados. Promover encontros, debates, intercâmbio entre produtores, atores e espectadores, criando um ambiente propício ao entrosamento comercial.
http://www.exotiquefilmes.com.br/page_24.html
Regulamento:
============
1- O Festival aceita a inscrição de curtas ficção ou documentário. Os filmes deverão ser classificados em uma das categorias criadas pelo Festival ArtDeco de Curtas & Docs 2011, durante a inscrição. Veja lista abaixo.
2-Nenhum filme será discriminado ou favorecido em função dos recursos investidos na sua produção. Todos os tipos de conteúdo e técnicas utilizadas na produção serão preservadas e estarão livres de censura.
3-Os filmes deverão ser enviados na língua original. No caso do idioma original não for o português ou o inglês, legendas em inglês deverão constar no filme.
4-Os filmes poderão ser enviados por correio (cópia DVD) ou poderá ser feito um uploaded no site Vimeo (*veja instruções abaixo). Despesas de envio do correio correrão por conta dos remetentes. O endereço para remessa por correio é: E x o t i q u e F i l m e s
Ref. Festival ArtDeco de Curtas & Docs 2011
Rua da Consolação, 2825/141
01416-001 – São Paulo – SP - BRAZIL
5-No caso de não conseguirmos fazer o download do filme a partir do Vimeo, será solicitado o envio de uma cópia em DVD para o nosso escritório.
10-As cópias em DVD dos trabalhos exibidos farão parte do acervo do Cineclube Art Déco de Curtas. 11-A participação no Festival ArtDeco de Curtas & Docs implica na aceitação de todas as sua regras.
Categorias:
1) Mostra Expressão & Diversidade no Cinema
2) Mostra Art Deco Digital
3) Mostra Art Deco Película
4) Documentário
Michel se considera um aficionado pelo movimento Hip-Hop, seus ídolos são o A286, Realidade Cruel, e claro os veteranos Racionais M’cs e Facção Central. O que Michel não imaginava era que a literatura tivesse uma relação tão direta com o Hip-Hop - ao ponto de existir um sarau ligado ao movimento. O auxiliar de escritório não esperava ver o rapper Crônica Mendes do grupo A família, recitando uma de suas letras preferidas, Castelo de madeira, “Ouço o “mano” de manhã quando vou trabalhar, e vê-lo agora é louco! Pro cara estar aqui, é porque realmente representa o movimento.” Comenta impressionado.
O sarau rap está desmistificando estereótipos sobre o movimento Hip-Hop, que sempre foi marginalizado. Na cena contemporânea o rap se mostra e se firma como cultura, que faz a rima, a prosa e a poesia, “Isso é rap, só que recitado vira poesia, ou melhor, sempre foi eu que não sabia.”Concluí Michel.
Dentro do movimento Hip-Hop muitas artes estão se expandindo, e o sarau rap mostra essas vertentes. O graffiti, por exemplo, no fundo do palco traz identidade ao lugar. Aliás, palco acolhedor e diversificado que por vezes recebe o beatbox (sons ritmados, feitos com a boca), e o Freestyle (arte do improviso e da rima). A diversidade não está somente no palco - mas também na platéia. Como quando trouxeram garotos da fundação casa, que mesmo se identificando com os poemas, na sua maioria estavam participando de um sarau pela primeira vez.
O sarau rap também recebe a presença feminina. Moças e mulheres que recitam poemas com temas fortes, porém reais sobre o machismo e a violência contra a mulher, como a funcionária pública Lígia Harder, participante de vários movimentos culturais periféricos, conhecida pela voz marcante e as palavras impactantes.
Além disso, um dos quesitos que faz com que o sarau rap se consolide cada vez mais no movimento Hip-Hop é o espaço cedido àqueles que estão começando. Como o Jairo Periafricania, e os grupos de rap Versão Popular e o QI Alforria, que já se apresentaram no projeto. Assim como o sarau rap, o movimento Hip-Hop abre portas, como foi o caso de Paula Farias de 22 anos, que há dois é repórter do Portal Rap Nacional, fundado pelo rapper Mandrake. Para ela trabalhar com o Hip-Hop é gratificante - pois além de fazer o que gosta, pode mostrar por meio do seu trabalho que a favela não é só violência, tem o seu lado positivo que tem que ser divulgado.
A estudante de jornalismo freqüenta outros saraus, como o sarau do binho e a cooperifa, e afirma que o sarau rap é diferenciado e tem características bem particulares, “Ele tem uma tendência a ser mais crítico e com poesias mais fortes, pois a essência do rap é o protesto.” Ressalta a estudante.
Enfatiza também a importância do lugar, segundo ela o encontro ser realizado dentro de uma biblioteca faz diferença, o rap agora está no meio dos livros, “Estamos burlando as normas do sistema, estamos consumindo e fazendo arte.” Afirma Paula.
Um projeto como este é fruto de coragem, trabalho e perseverança de pessoas que gostam de falar e escrever sobre mudanças sociais, mas principalmente descruzar os braços e fazê-las acontecer. Como é o caso do poeta Sérgio Vaz que há dez anos criou o sarau da cooperifa, já lançou mais de cinco livros e recentemente foi premiado pela revista Trip, com o Transformadores 2010.
Viva Favela - Como surgiu a idéia de fazer um sarau ligado diretamente ao movimento Hip-Hop?
Sérgio Vaz - Devido a minha aproximação com o movimento. Na verdade, comecei a recitar poesias em shows de rap, lá pelos anos 90.
VF - Quem foram seus parceiros nesse projeto?
SV - É uma idéia minha e do Eleilson da Ação Educativa.
VF - Como foi a aceitação do público que curte rap, a respeito do sarau?
SV - Foi bacana porque o rapper é poeta. E ouvir a poesia sem a batida do som, foi uma descoberta muito interessante pra todos nós.
VF - Quais foram às visitas memoráveis que o sarau sar recebeu?
SV - Sem querer ser clichê, mas todas as noites são memoráveis. A poesia tem essa magia de colocar todo mundo no mesmo patamar.
VF - No movimento Hip-Hop existem várias vertentes culturais, como o graffiti, o beatbox e a dança de rua. Como a literatura se encaixou nesse movimento?
SV - O Hip-Hop acabou acendendo de certa forma, a literatura na periferia. Pois nas letras sempre houve menção de líderes e momentos históricos, que muitos jovens tiveram que recorrer aos livros para conhecerem.
VF - Qual o seu principal propósito?
SV – Meu propósito principal será difundir a literatura, sempre.
Texto Angelina Miranda
Fotos Nina Fidelis
Matéria publicada no site http://www.vivafavela.com.br
era que mais ria.
Ria, o porquê da sangria
da falta de água na pia.
O choro engolia
e nada se comia
o filho partia, partia Maria.
O deserto se via
o bicho grunhia, e logo morria
Maria só pedia, pedia, pedia
nem Deus, nem homem atendia.
O destino a aturdia
logo se via
ali a vida sucumbiria.
Nada adiantaria
acabaria com a agonia
para longe caminharia
marcando os pés magros na rocha fria.
Com cansaço ela subia
sua vida entregaria
sincera, Maria ria.
Angelina Miranda

"YALODE representa o feminino no poder. Na tradição africana, principalmente na iorubá, as mulheres deixavam suas famílias e iam para a feira, onde se destacavam como grandes comerciantes. Suas vendas destinavam-se tanto às subsistência como à acumulação, sendo que essa última as tornavam independentes de seus maridos, demonstrando a autonomia feminina nestas sociedades. Na feira trocavam-se bens simbólicos: notícias, modas, receitas, músicas, danças..."
"YALODE está ligado também ao orixá Oxum, deusa da riqueza e do ouro, da beleza, da fertilidade, sendo o título conferido a mulher que ocupa o lugar mais importante entre todas as mulheres da cidade."
Somos três afro-descendentes e nos unimos para mostrar a força da mulher da forma mais natural possível, sem levantar bandeira, pois a mulher simplesmente é...
A maneira como concebemos isso foi criar e transformar peças aparentemente básicas e despretensiosas em uma espécie de panfleto não partidário, mas que transmita alegria, otimismo, boas mensagens, receitas, moda, cultura... (lembraram-se dos bens simbólicos das feiras africanas????).
Cada peça, quando for de vestuário, terá como embalagem um saco bolsa, que poderá ser reutilizado. Enfatizamos que, além de peças criada por nós, modificamos roupas ou qualquer acessório que desejar, transformando-os em novas e exclusivas peças.
Temos também como proposta, divulgar a cultura africana em suas mais diversas manifestações: música, religiosidade, culinária, livros, audiovisual, etc.
Esse é o nosso fazer. Essas somos nós: Carmem, Conceição e Michele, YALODES
PROGRAMAÇÃO CINECLUBE LUNETIM MÁGICO
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Realizadores, façam contato, envie-nos seu vídeo.
CINECLUBE LUNETIM MÁGICO
CONVIDAM PARA A SESSÃO DE FILMES INDEPENDENTES
Sábado, 27 de Novembro - 18:30 horas
(EM FRENTE AO BAR IBOTIRAMA)
Um dia, na festa de Iemanjá, eles foram às ruas vestidos de maneira que não fossem vistos. Nos dias de hoje, pessoas da comunidade de Cachoeira se vestem de Mandu e saem às ruas cantarolando e esbanjando mistério.
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Vários aspectos da cultura, a partir de um seminário realizado em SP: produção e assimilação.
Bate papo + Música
Mais Informações:
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11 – 3214.3906 / 7038.6836 / 6181-2405
Apoio:
Orikí
A nossa Hora do Limão chegou ao número CINQUENTA !!!
E a matéria desta edição é a ESTRÉIA da nossa “HORA DO LIMÃO TV”, no Espaço do CECISP – Centro Cineclubista de São Paulo, através do Cineclube Lunetim Mágico, grande fomentador e divulgador do vídeo independente e popular.
Conheça mais sobre os Cineclubes:
http://www.centrocineclubista.blogspot.com/
http://www.lunetim.blogspot.com/

Numa tarde de sábado podemos observar a grande movimentação num ponto da Avenida São João via conhecida no centro da cidade.
Em sua maioria vemos jovens usando seus corpos como forma de pregar e afirmar seus gostos e ideologias por meio de camisetas com imagens daqueles que são suas referências culturais, ídolos da música como The Doors, Nirvana,
Bob Marley Mano Brown entre outros.
Esta é a primeira visão que a grande maioria das pessoas tem ao verem a galeria 24 de maio, popularmente conhecida como a galeria do rock, o que as pessoas não sabem é que aquele conjunto de lojas é mais do que um lugar de encontro para sábados a tarde, a galeria é um ponto cultural, onde culturas diferentes batem de frente mas convivem no mesmo espaço.
Em três andares da galeria as lojas são destinadas a artigos de rock CDs, roupas e acessórios que atendem aos diversos "tipos" de roqueiros já que dentre eles existem "divisões".
São os emos com músicas mais melódicas batidas leves e roupas coloridas, mas sem deixar de lado o preto, os metaleiros com um som mais pesado valorizando os arranjos de guitarra e bateria, na maioria dos casos os homens usam cabelos compridos, os grunges têm como principais ídolos Nirvana e Pearl Jam, possuem um visual mais desleixado com roupas rasgadas e cultivam um som "mediano" que nem é tão melódico nem tão pesado, e os góticos que entre estas categorias são os que mais valorizam o "choque da imagem" com roupas pretas, compridos coturnos e as mulheres e garotas com os rostos pálidos e os lábios sempre pintados com batons escuros, as músicas têm um tom de lirismo com batidas pesadas e marcantes.
Já no subsolo existem lojas diferentes das que dominam os três andares a cima, são estas ligadas ao movimento do rap e do Hip-Hop. Vendem camisetas, CDs, livros e até vinis de ídolos não muito conhecidos pela maioria das pessoas, mas que são referência para os adeptos da cultura periférica como o rapper Sabotage (assassinado em 2003), Racionais M'cs, GOG, Facção Central entre muitos outros. E em minoria, ainda vemos algumas poucas lojas destinadas aos regueiros cujas letras são sempre voltadas para as ligações do homem com a natureza e o poder do pensamento na vida das pessoas, preferem às roupas mais simples chinelos, camisetas tingidas artesanalmente e acessórios também artesanais.
Mesmo em minoria o rap e o reggae são vertentes culturais que dividem o mesmo espaço com uma força cultural maior o (rock), mas nem por isso deixam de ter sua importância, pois independente de qualquer coisa fortalecem seus conceitos e ideologias dentro de um mundo cultural particular, chamado galeria 24 de maio.
Angelina Miranda












