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Na ultima exibição do cineclube Lunetim Mágico pudemos conhecer mais sobre o contexto de criação dos documentários de Ana Paula Quintino, cientista social e professora da cidade de Mauá, no ABC Paulista.
Seus vídeos contam sobre a cidade de Mauá, sua história e memória, mas acima de tudo sobre seus habitantes e cultura. É o caso do documentário “Nome frio Betinho, clandestino em Mauá” que relembra a passagem dos sociólogo Betinho (irmão de Henfil) pela cidade em tempo de clandestinidade durante a ditadura militar. Pelo relato de operários da cidade é possível conhecer um lado pouco conhecido de Betinho e da própria cidade, quase desconhecida para seus próprios habitantes. Os documentários “Catira Az de Ouro” e “Samba lenço, a memória esta no corpo” resgaram a memória da cultura popular e os rituais resistência cultural praticados há séculos pelos habitantes nas periferias e imediações de São Paulo.
Ana Paulo Quintino é uma 'professora cineasta', tem como principal objetivo a educação e nos ensina a importância de registrar a história independente dos obstáculos.
Foi uma bela tarde.


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A exibição de Abril foi bem legal. Lotado. Não cabia mais ninguém na sala. Tivemos que improvisar mais cadeiras. Metade da galera que compareceu à sessão era formada de amigos e amigas do Pierre Cortez, realizador, junto com o Rafael Ruzene do vídeo “Alucinada”.
Também estava presente o ator Jedson Carta, do vídeo Game Over, dirigido por Maria Elena Salles.
Os dois outros vídeos exibidos foram: “Várzea” do Akins Kinte e “Da Quebrada para a Estrada”, do Coletivo Instituto Voz, porém, infelizmente, desses dois vídeos não compareceram ninguém, apesar do convite feito.
Particularmente gostei de todos os vídeos, cada qual a seu modo relata as diversas situações vividas no cotidiano da Metrópole.
Bom, em Maio estaremos de volta com mais vídeos e conversas.
Até

                                                                                   
  FOTOS: Davi Amorin




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NA nossa segunda exibição no ano, acontecida em 27 de março, exibimos 6 vídeo e contamos com a presença dos Diretores Diego Menezes e Camila Santos, realizadores do Vídeo Batalha Cultural da Fé e também com o ator Carlos Godoy.
O Lunetim realiza tudo último sábado do mês suas exibições e conta com o apoio do Centro Cineclubista de São Paulo.
Também integramos o Coletivo de Vídeo Popular.


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O Mágico Lunetim iniciou suas atividades em 2010 dois vídeos: Profissão MC, Dirigido por Alessandro Buzo e Toni Nogueira. Vídeo sem realizado Captação de nenhum recurso financeiro, utilizando atores amadores do bairro onde foi produzido, no caso o Itaim Paulista e região. Buzo esteve presente na sessão do Lunetim e conversou com as pessoas que Estavam lá para prestigiar o vídeo.

Outro vídeo exibido foi o Clube do Riso do diretor Toni D'Ciambra, vídeo irônico e com um humor pra lá de exarcebado.

O Lunetim tudo realiza último sábado do mês suas exibições e conta com o apoio do Centro Cineclubista de São Paulo.


Também integramos o Coletivo de Vídeo Popular.


Participe, debata, proponha ... Estamos na espera, se tiver algum vídeo nos mande, vamos mostrar ao público uma grande arte do audiovisual.


Mário, Ney, Diogo e Buzo

Nelson, Jonilson e Mekke


Bate Papo Após a exibição dos vídeos

Bate papo ...
Jonilson e Buzo


DJ Jorge e Mekke



Gabi e Antônia

Eliana e Alberto


Gabi e Ney









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início da sessão
michele, jonilson e aruan

fukadelic e pedro (músicos convidados)

michele apresenta os vídeos a serem exibidos

diogo 90 (diretor do vídeo "narrativas da sé")

bate papo com os realizadores, paulo olly "fome" e daniella almeida "a voz do campo"


A produção de vídeo segue um caminho repleto de variedades. São muitas as alternativas. Quem acompanha sabe. E quem produz? Talvez ainda tenha uma certa pedra nesse caminho, mas com certeza o caminho se faz de alguma forma.

Diversas alternâncias, diversas ideias, diversas manifestações e outras propostas, tudo isso permeia a produção do vídeo independente, vide o Coletivo de Vídeo Popular. Um bloco agregador de diversas propostas.

Tudo isso também é possível graças, hoje em dia, aos novos movimentos de cineclubes. Grupos idealistas que não só exibem, mas formam públicos, produzem vídeos, trocam experiências com outros grupos, enfim, fazem das tripas corações para que o vídeo popular, independente, seja visto de alguma forma e em qualquer canto.

No caso do Lunetim Mágico optamos por mostrar esses vídeos com a preciosa parceria do Centro Cineclubista de São Paulo, que além de agregar o Lunetim, ainda abre espaço a outros cineclubes. Quem quiser por se informar através do blog: http://www.centrocineclubista.blogspot.com/.

Nesse mês tivemos diversos vídeos que mostram como a produção está se dando. “Zumbi Somos Nós”, um vídeo realizado com apoio de algumas leis de incentivos. “A voz do campo”, “Fome”, vídeos feitos com poucos recursos financeiros, uma idéia e uma câmera e o resto se dá na correria; “Narrativas da Sé”, também realizado com pouca grana, integra o Coletivo de Vídeo Popular. E por fim “Cidade Grande”, um vídeoclip. Tudo isso revela bem a proposta do Lunetim Mágico.

Agradeço aos realizadores que comparecem no sábado, muito calor, humano também, e muita gente prestigiando as exibições; agradeço também ao amigo Mário, sempre prestativo e professoral nas suas explanações. E a todos do Lunetim que proporcionaram um grande evento.

Nossa próxima sessão será, excepcionalmente, dia 20 de Dezembro, às 15 horas, encerrando o ano com uma grande festa, e grandes vídeos: “Saindo da Lixeira”, “Desencontros”, “Foi sonhar com ela” e “Quatro Jantares”, alem do grande DJ/VJ Rubens Santiago.

Até lá.

Jonilson Montalvão
lunetim@hotmail.com



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Em Outubro, mês do Saci Pererê, o Lunetim Mágico mostrou um vídeo sobre o assunto: “Somos Todos Sacys”, um documentário com direção de Rudá K. Andrade e Sylvio Amaral Rocha. O filme aborda o nascimento, a vida, a paixão, a morte e o renascimento do Sacy Pererê; também exibimos dois vídeos do Coletivo de Vídeo Popular: “Na real do real” e “Pari”; o primeiro sobre uma violenta ação de despejo contra os moradores da Favela Real Parque. Alguns dos moradores registraram a ação nesse doc de extremo significado;o outro, também um documentário, sobre o bairro multifacetado do Pari, onde Bolivianos, os mais novos moradores, dividem a vizinhança com os povos já ali existe desde algum tempo.

Outro vídeo que exibimos nesse 31 de Outubro foi “Náufragos”, filme com direção de Leandro Pinto, realizado como trabalho de conclusão da FAAP. Esse filme tem um certo experimentalismo e mostra um personagem errante numa cidade sem vestígios e sem caras.


O Lunetim realiza suas exibições, sempre no último sábado de cada mês, menos em Dezembro, que será no dia 19, no espaço do Centro Cineclubista de São Paulo.


Quem quiser participar é só chegar, a entrada é de graça. Prestigie o vídeo independente. Troque informações com a galera que produz. Temos uma comunidade no Orkut (CINECLUBE LUNETIM MÁGICO).


Até a próxima sessão, dia 28 de Novembro, comemorando Zumbi dos Palmares.

Jonilson Montalvão

lunetim@hotmail.com




























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Na semana de 1 a 4 de outubro aconteceu, na Galeria Olido, a III Semana de Vídeo Popular São Paulo. A realização é do Coletivo de Vídeo Popular, que conta com a participação de outros grupos, realizadores e exibidores, entre eles o Cineclube Lunetim Mágico.

A intenção, missão, proposta é acolher, difundir, multiplicar o chamado vídeo popular. Entre exibições de diversos vídeos (independentes, autorias, populares) e conversas entre os grupos participantes dá-se um novo âmbito aos já batalhadores grupos.

Tais circunstâncias são reflexos de trabalhos e processos de encontros que culminam num motivo que, penso eu, todos os grupos querem: ser vistos e notados; inseridos no contexto da vida, que ao sabor das ações coletivas chegam até essa cena, onde diversos pensamentos, todos dentro do audiovisual, se permitem a uma grande troca de opiniões e diversidades, sem consensos autoritários, mas com grandes debates provocativos.

A perspectiva que vejo, a partir do contexto que tenho como cineclubista, é uma ampliada rede de interações. Mas para isso acontecer alguns grupos precisam entrar na conectividade do coletivo. Não tenho receio de dizer que mesmo o grupo do qual participo nem tod@s estão interessados no que está ocorrendo. Mas não é por motivo de falta de informação ou a não vontade de participar, talvez pelo simples fato de tempo que cada um tem em assimilar situações decorrentes.
Dizendo isso posso ser mal interpretado, que seja, mas as manifestações culturais não podem ser quaisquer manifestações, há um diferencial que a própria ação cultural viabiliza de outra maneira. O trato dessas questões é mais singular e os grupos precisam lidar com isso de uma maneira sensível.

O Lunetim, como um grupo heterogêneo, também tem as suas inibições naturais, porém eu acredito que não há uma inércia nas pessoas. Sinto que caminhamos, lento, mas com vontade de caminhar, de mostrar, de dizer o que pensamos.

Quanto ao Coletivo, há uma vontade enorme de viabilizar os projetos dos grupos que decidiram fazer parte, porém e isso é o meu pensamento, falta uma maior ligação de grupos com grupos, de procurar saber, conhecer o outro seu âmbito mais intimo e isso é a essência que fará do Coletivo uma grande “irmandade” com proposições e perspectivas grandiosas e não apenas um agrupamento para mostrar a realização que o outro está fazendo.

texto e fotos: jonilson montalvão




















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